Quero dar um fim!

Só quero não acordar, não sei como… Mas não quero mais estar aqui amanhã.

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Viajo…

Eu viajo contigo do lado.

Tenho por mim que você seja a pessoa que está sendo responsável pelos momentos mais tranquilos da minha vida nos dias de hoje.

Estresse, brigas, discussões, variedade de merda que falamos um para o outro.

Você me estressa facilmente com sua displicência natural, a famosa ‘maneira de ser’ que você vive dizendo.

Como podemos nos aceitar tão facilmente? Acertar tão facilmente? Conviver facilmente?

Eu te amo, amo como nunca amei outra pessoa, faço e faria de tudo para a ver sorrir, não chorar.

Seus abraços, suas mãos agora não mais macias devido aos calos dos treinos, são as coisas que mais gosto de receber e segurar. Ficaria o dia se fosse possível, mas…

A vida não me daria a oportunidade de ter alguém tão especial fácil assim, tenho que aguentar você amadurecer como pessoa, afim e torcendo para que você entenda que eu não falo da boca para fora quando digo que ‘te amo’, não, a vida não faria isso ser fácil.

Não vou te esperar, não posso mais, mas seremos amigos até um encher o saco do outro e sumir.

Por enquanto, vou te esperar, esperar para treinar, discutir contigo, te abracar, segurar sua mão, só por enquanto.

Só tenha bom senso.

Estou cansado.

Quero poder viver ao seu lado, mas está difícil.

Está difícil demais ter que aturar sua falta de respeito, bom senso.

Falta essa que vêm me incomodando, me diz o que fazer.

Fazer algo para aguentar isso.

Por favor, justifique para mim o por quê disso.

Estou ficando entristecido com sua imaturidade.

Não quero desistir de você.

Você é a pessoa mais preciosa que tenho, a única.

Por favor, eu imploro, não me deixe desistir de você.

Casarei contigo

Passamos um ótimo fim de semana em Petrópolis. 

Bela trilha que nos propusemos a encarar de frente em meio ao risco de nós quebrarmos todo, devido as pedras molhadas, riacho descendo ao ponto mais baixo da Serra dos Órgãos e você sendo louca o suficiente para cair atoa, por não ter um equilíbrio digno de uma bailarina profissional.

Joyce, você tem mudado minha vida, tem feito cada espera por treinar demorada e angustiante, pois parece que não chega nunca. Quando te vejo, fico feliz, bobo, quero te dar tudo que for possível, sem querer nada em troca, a não ser o açaí de lei. 

Minha amiga, daqui a 15 anos quero casar com você. Mantenha esse seu jeito espalhafatoso, me encanto com isso.

Sumam!

Venho me tornando alguém que nunca havia pensado em me tornar, é estranho. Pois de certa forma não me incomoda as opiniões sobre essas mudanças, sou favorável. Mas as pessoas, as pessoas estão se incomodando demais.

Para que tanta ladainha sobre, se não tenho vontade, não converso, deixo de lado e que se exploda o mundo, essa é a minha forma de ver e viver o mundo.

Não digo que sou feliz, estou contente, ou algo do tipo. Vivo a vida a minha maneira, mesmo que ela moralmente incomode outras pessoas. Faço o possível para ser o melhor no momento mais conveniente a mim, sim, ‘conveniente a mim’, como assim? Bem…

‘Se estou “feliz”, converso com todo mundo, ajudo financeiramente, falo sobre minha vida, projetos, falta de mulher, trabalho. Quando não estou, mas não quer dizer que estou triste, quero que todos sumam da minha frente e se possível não torne a conversar comigo’.

Loucura, não? Não!

É tão natural fazer isso, que as palavras acima nem entram na minha mente, faço por fazer e não por que devo fazer ditado pelo meu estar no momento. É como quando estamos com sede, enchemos um copo com água e bebemos, é assim comigo quando estou “normal”(minha maneira de ver).

Não entendo o incômodo das pessoas, calma, eu entendo sim, é difícil você montar uma casa no coração das pessoas e do nada decidir sair dela e nem deixar uma mensagem, compreendo.

Enfim, mudar meu jeito para se adequar ao convívio normal com as pessoas? Jamais! 

Por fim, o que me leva a escrever esse texto?

O meu incômodo com as pessoas dizendo asneiras demais para mim?

Carta a Humorista

 ‘Tortura me com todo seu humor, humorista do belo sorriso. Não precisa mais se divulgar, você já me ganhou com a mais simples das suas piadas, sobre a aquela que não existe um futuro próximo. Foi engraçada.

Srta. Humorista, virei seu fã, mas como fã devo lhe dizer; fique nesse palco o qual a acolheu. Talvez um dia precise mudar, mas enquanto houverem aplausos, risos, olhares atentos, fique!

Precisarei de mais tempo para reformar o meu palco, não tem como deixar alguém se apresentar nesse piso quebrado, com a falta de cortina, sem iluminação e nem caixa de som. Preciso gastar um pouco mais para enfim poder acolher melhores artistas, mas por enquanto… Fique onde está, faça grandes apresentações, escolha as melhores piadas, se torne parte desse palco, permita-se ser feliz.’

8 anos

Aquele sorriso inocente, sincero, me cativou no momento que eu o vi. Não poderia deixar simplesmente ser somente um dia comum, teria que ser mais, e foi.

Precisava de alguma coisa para voltar acreditar nas pessoas, você, você me mostrou o quão eu estava errado somente com aquele sorriso de gratidão.

O melhor da noite foi aquele abraço de despedida.

Muito obrigado e feliz Páscoa!